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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Black Sabbath - Seventh Star

O famoso "disco de 3 vocalistas" do Sabbath. Depois da conturbada turnê anterior da banda, o gutarrista Tony Iommi resolve registrar um álbum solo em 1986, ideia essa removida pela sua gravadora Warner (para eles, era melhor manter a marca Black Sabbath). As primeiras demos do disco foram gravadas por um famoso ator e cantor da Broaddway, Jeff Fenholt (na época, Jeff alegou que Iommi considerava a ideia de mantê-lo na banda, coisa que jamais aconteceu - existe um bootleg com essas demos, chamado "Star of India", fácil de encontrar por ai e bem interessante). Iommi então, monta uma nova formação para o Sabbath, incluindo membros da banda de sua namorada da época, a roqueira glam e ex-Runnaway Lita Ford. O grupo escolhido por Iommi foi: Geoff Nicholls/teclado, Eric Singer/bateria, Dave Spitz/baixo e Glenn Hughes/vocal (uma das maiores vozes do rock/ com passagens por Deep Purple e Trapeze). 

Com todos esses músicos, a sonoridade beirou mais para o Hard Rock americano, do que para o metal tradicional. O disco tem canções muito boas como "In for the kill", "Heart Like a Wheel" , "Danger Zone" (essa poderia entrar na trilha de "Mad Max"), "Turn to Stone" e a balada "No Stranger to Love", com clipe bem na linha das Hair Bands americanas. Infelizmente, durante o começo da turnê, por causa de seu vicío em drogas e álcool, Hughes teve que ser substituído por outro vocalista (o lendário e já falecido  Ray Gillen, excelente cantor da banda BADLANDS). Um bootleg com Ray nos vocais também foi registrado e com boa qualidade de áudio. A turnê seguiu, ao lado de outros dois medalhões do rock pesado, W.A.S.P. e Anthrax. Sobre o resto do disco, vale ressaltar que mesmo registrando mudança de sonoridade, é o bom e velho Iommi que está aqui, sempre com sua inconfundível guitarra. Apesar dos problemas envolvidos em sua produção, Seventh Star obteve considerável sucesso comercial, chegando ao 27º lugar nas paradas musicais do Reino Unido, e 78º lugar na Billboard 200. Para os próximos álbuns, haveria mais mudanças na formação do grupo e na sonoridade, mas isso é papo para outras postagens aqui do blog.XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Billy Squier - Signs of Life


Guitarrista norte-americano de hard rock e AOR. Nascido em 12 de maio de 1950 (Boston, Massachusetts), é famoso pelos hits "The stroke", "In the Dark, "The Big Beat," "Lonely Is the Night," "Everybody Wants You," e "Emotions in Motion". Em 1970, Billy começa sua carreira formando a banda KICKS, junto com o baterista do NEW YORK DOLLS, Jerry Nolan. Depois monta outra banda, o PIPER, em 1976, que lançou dois álbuns. Na época, a revista especializada em música Circus Magazine, apresentou-o como "o maior álbum de estréia já produzido por uma banda de rock dos EUA". O PIPER foi administrado pela mesma empresa do KISS e, de fato, abriu para eles durante sua turnê de 1977, incluindo duas noites de uma temporada esgotada no New York's Madison Square Garden. Depois disso, Billy Squier resolve sair em carreira solo, lançando o disco clássico "The Tale of the Tape" em 1980. Aqui se destacou a canção "You Should Be High Love" - ​​com direito a um elaborado videoclipe. A consagração veio mesmo com o próximo disco - "Don't say no", de 1981, onde Squier desejava  Brian May, do QUEEN, como produtor. May recusou devido a conflitos de agenda, mas recomendou Reinhold Mack, que havia produzido um dos álbuns do QUEEN,"The Game". "Don't say no" se tornou um enorme êxito, com o single "The Stroke" (fez parte das antigas trilhas do cigarro Hollywood) atingindo o Top 20 nos EUA. "In The Dark" e "My Kinda Lover" foram outros singles de sucesso. O disco vendeu mais de 4 milhões de cópias nos EUA, e o mais interessante nisso, segundo Squier, é que a gravadora nem queria que a música "The Stroke " entrasse no álbum. O próximo lançamento foi "Emotions in motion" de 1982, com destaque para "Everybody wants you", além da parceria com os caras do QUEEN na música "Emotions in motion", fazendo deste álbum um grande sucesso também, vendendo 3 milhões de cópias. 

Chega então, o fatídico ano de 1984. Billy Squier grava o disco "Signs of life", e, apesar de emplacar vários hits como "All night long" e "Eye on you", o guitarrista de Boston comete um dos seus piores erros. Para divulgar a música "Rock me tonite", ele grava um videoclipe para MTV, para lá de tosco, e de gosto duvidosíssimo. No clipe, o guitarrista aparece de roupa rosa, fazendo passos de dança "a lá flashdance". Foi o suficiente para os roqueiros puristas deixassem de curtir Squier, levando um bom tempo para o guitarrista recuperar sua imagem (uns dizem que ele jamais foi o mesmo depois desse episódio). Sobre o vídeo, Squier alegou na época, ser uma "ideia" do diretor do mesmo. Bom, mas sobre o álbum, podemos classificá-lo como um dos melhores de Billy, contendo bons momentos com as canções "1984", "Fall for love" e "Sweet release". Vale lembrar que no mesmo ano, acontecia a estreia de grupos importantes como BON JOVI, WHITE SISTER e BLACK'N BLUE, ou seja, a concorrência era grande, mas  mesmo assim Squier consegue uma boa vendagem e uma turnê ao lado de outro gigante, o DEF LEPPARD.
Depois desse disco, Squier continuou lançando discos de forma regular até o fim dos anos 90, quando resolve dar uma parada na carreira. Recentemente ele voltou a ativa relançando material antigo e saindo em turnê com o STYX e o BAD COMPANY. Fica aqui a nossa homenagem, a mais este icône dos anos 80 e que não pode faltar na lista de nenhum fã do hard&heavy.XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

domingo, 12 de março de 2017

Pat Benatar - In the Heat of the Night

Lendária cantora de rock norte-americana. Em 1971, ela trabalhava como caixa de banco, até decidir abandonar o emprego para seguir a carreira de cantora, depois de ter sido inspirada pela multi-artista Liza Minnelli. Com sete discos de platina, três álbuns de ouro e 19 músicas no Top 40, o seu som é uma mistura de pop com hard-rock, aliado a seu enorme carisma pessoal e boa presença de palco. Apesar de não ser muito conhecida no Brasil, ela foi líder juvenil nos Estados Unidos, até uma "tal" de Madonna tomar o seu posto em 1983 (musicalmente, Madonna sempre foi inferior a ela, diga-se de passagem). Seu primeiro disco foi lançado em 1979 - "In the heat of the night", mas foi com o segundo, "Crimes of passion", de 1980, que ela obteve êxito, fazendo um som alegre de arena e bem executado por sua banda de apoio, que consistia em Neil Geraldo e Scott Sheets nas guitarras, Roger Caps no baixo e Myrom Grombacher na bateria. No disco, se destacam as canções "Hit me with your best shot" e "Hell is for children". Seus outros discos de destaque são: LIVE FROM EARTH de 1983 (com a clássica "Love is a battlefield", trilha sonora do filme "De repente 30"), e SEVEN THE HARD WAY de 1985, que traz o clássico "Invencible", trilha do filme "A lenda de Billy Jean", lançado no mesmo ano. Pat Benatar, finalmente obteve seu talento reconhecido em 2004, quando foi merecidamente indicada ao Hall da fama do Rock'n Roll. Vida longa a Pat!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Blue Cheer – The Beast is Back


Para quem não conhece, o Blue Cheer surgiu em São Francisco, Califórnia, no fim dos anos 60 e foram pioneiros do estilo “Heavy Metal”, servindo de modelo para vários outros artistas da época. Formado por Leigh Stephens (guitarra), Paul Whaley (bateria) e Dickie Peterson (baixo e vocal), a banda atravessou inúmeras formações diferentes em sua trajetória.O rock do grupo era inspirado no blues e no psicodelismo, com uma grande carga de distorção. O conjunto lançou alguns álbuns entre o final dos anos 60, até o final dos anos 70, quando decidem parar. Em 1979, Peterson tenta remontar o grupo, mas não obtêm êxito. Somente cinco anos mais tarde conseguiria trazer de volta o nome Blue Cheer, convencendo o baterista Paul Whaley a aderir ao projeto, com Tony Rainier na guitarra. É em fevereiro de 1985, que gravam esse majestoso disco, marcando o seu retorno. Chamado "The Beast Is Back", trazia releituras de "Summertime Blues", "Babylon", "Out Of Focus" e "Parchment Farm", e algumas faixas inéditas. Porém, esta formação durou pouco tempo, e Peterson passa os próximos quatro anos excursionando com diversos músicos, sempre utilizando o nome BLUE CHEER. Uma destas inúmeras formações gerou outro clássico disco, "Blitzkrieg in Nüremberg', gravado ao vivo na Alemanha em outubro de 1988...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

MUSEO ROSENBACH - Zarathustra (1973)

Pouco lembrada como geradora de bandas de rock, a Itália é detentora de grandes nomes como Umberto Tozzi, Premiata Forneria Marconni, Banco dell Mutuo Socorso e a grandiosa Museo Rosenbach. A banda lançou poucos discos, sendo que apenas o primeiro, Zarathustra, é da primeira fase da banda. Depois viria uma coletânea de canções não lançadas e um ao vivo, gravado na década de setenta. A banda ainda se reuniria em 2000, lançando um álbum chamado "Exit". Formado em 1971, sob o nome de Inaugurazione del Museo Rosenbach (que significa Inauguração do museu Rosenbach em italiano) como uma fusão de duas bandas de covers, da segunda metade dos anos 1960, La Quinta Strada e Il Sistema. Essas bandas tocavam canções de Jimi Hendrix, Steppenwolf, The Kinks e Otis Redding. O primeiro play da banda saiu em 1973, com o nome de "Zarathustra". A capa é uma montagem cubista de várias paisagens, e outras imagens, formando uma face humana, tendo inclusive o rosto de Benito Mussolini. O disco tem no seu lado A, uma única faixa, chamada Zarathustra, dividida em 5 sub-faixas. O lado B contém 3 faixas. A duração da primeira ultrapassa os 20 minutos, e as faixas do segundo lado beiram entre 6 e 8 minutos. O conceito da canção "Zarathustra" gira em torno da obra literária "Assim Falou Zaratustra", de Friedrich Nietzsche. Quanto ao instrumental, pode-se perceber uma atenção maior no teclado e na guitarra. Os vocais também são destaque, sendo ao mesmo tempo agressivos e melódicos. Depois desse belo disco de estréia, a banda faria algumas turnês, sendo desses shows, algumas faixas usadas para um álbum ao vivo lançado em 1992, e posteriormente o grupo encerraria suas atividades. Em 2000, eles voltam pra lançar o disco Exit, que infelizmente mostrou um lado mais comercial da banda. Para finalizar, devemos ressaltar que esse conjunto estava bem a frente do seu tempo, demonstrando que a qualidade musical deve ser além da fama, objetivando também a criatividade, talento e inspiração.

American Hard Rock - Bandas de Detroit

http://www.facebook.com/HardheavyAOR/


Os Estados Unidos sempre foram e sempre serão o berço do Rock Pesado. Desde os primórdios do estilo, no fim dos anos 50/60, até chegando ao glam dos 80/90. Los Angeles foi a capital do movimento glitter, com bandas como Dokken, Motley Crue, Quiet Riot, entre outras. Mas além de tudo isso, existiram outras bandas e outras cenas menos badaladas que não receberam tanta mídia ou atenção da MTV. Durante os anos 70, a cidade de Detroit (a maior no estado americano de Michigan) entra em grave recessão econômica, por causa da crescente concorrência de companhias japonesas produtoras de automóveis. No meio dessa crise financeira, surgem grupos que mais tarde se tornariam ícones do rock internacional: Ted Nugent, Alice Cooper, Grand Funk Railroad, MC5 e The Stooges; que elevariam o estatus da cidade como grande centro do Rock n’ Roll. O que pouca gente sabe, é que ali, também houve uma grande movimentação de bandas e artistas ligados ao Hard/Glam. Nomes menos conhecidos: Halloween (Horror Show), Weapons, Seduce, Madam x, Abuse, Bitter Sweet Alley e uma série de artistas que fazem da cidade um grande seleiro de grandes nomes. Selecionamos alguns deles para melhor explicitá-los:

-MADAM X:



Esse grupo é mais conhecido por ter revelado Sebastian Bach (Skid Row). Inicialmente, era formado apenas por mulheres que possuíam exuberantes madeixas. No comando, estavam as irmãs Maxine e Roxy Petrucci, que mais tarde integrariam o Vixen. Suas músicas eram bem cruas e as letras falavam basicamente de conflitos juvenis. Em 1984 gravam "We Reserve the Right". Uma mistura de WASP, Motley Crue e Judas Priest. Um disco básico e com a boa pegada metal da época. Mas, infelizmente, sofrem um contratempo com a saída do vocalista original. Então, Maxine resolve chamar o jovem Sebastian Bach, de apenas 16 anos, que acaba gravando uma demo obscura, contendo 10 faixas. A banda decretaria seu fim pouco tempo depois, devido ás baixas vendas e troca de integrantes. O MADAM X sempre será lembrado pela exuberância visual e atitude Rock’n Roll.

-MOTOR CITY ROCKERS:



O grupo surge após Jimmy Marinos abandonar a banda new wave “Romantics”. Na época, o baterista/vocalista alegou um certo cansaço, causado pela histeria dos fãs e pelo ego dos integrantes. Uma atitude ousada, tendo em vista que os Romantics eram então, uma máquina de fazer dinheiro e hits. Convencido de que poderia encontrar o sucesso fazendo um som mais pesado, recruta o baixista Paul Petrucci, o baterista Steve LaCross e os guitarristas Robert Gillespie e Greg Miller. Em 1993, sai pela Black Cat Records, o disco “Rollin' and Tumblin', bem calcado no Hard/glam 80. O álbum possui bons momentos, como “When the Cat's Away “ e a fodástica “Sex Bomb”. O Problema então, foi o mercado musical da época, que praticamente sepultous as excelentes intenções da banda. Afinal, não estávamos mais na década passada, e esse tipo de som já estava sendo renovado e descartado pela MTV. O que restou foi um grande disco, fora de catálogo há anos. A banda encerrou as atividades e Jimmy Marinos voltou a tocar nos Romantics, como convidado, em apresentações eventuais.


-SEDUCE:



O Seduce ficou famoso ao aparecer no documentário “The Decline of Western Civilization Part II: The Metal Years”, um retrato sobre os jovens americanos e o Heavy Metal da época. O documentário mostra idiotas, perdedores, alguns artistas conhecidos daquele período e bandas novas. A formação clássica era Mark Andrews - Bass/Vocals, David Black – Guitar e Chuck Burns – Drums. Ainda contou com os vocais de Angelo Ganos, falecido em 2008. O primeiro disco é o homônimo álbum de 85, que continha a clássica “Headbangers”. Em 88, sai “Too Much Ain't Enough” com destaque para a canção “Any time or place”. Em 91, já sem gravadora, a banda lança “Worldwide”, que sairia apenas em K7, com Ganos nos vocais. Depois disso, a banda fez uma pausa, voltando apenas em 2002 para o lançamento do “Reunion 2002 DVD”, só com os clássicos até então. Atualmente a banda continua ativa e faz parte da grande cena Hard de Detroit.


-HALLOWEEN:



Uma das bandas mais toscas e originais do Hard&Heavy Americano. Apesar do nome, não tem nenhuma ligação com a germânica Helloween. A Halloween "The Heavy Metal Horror Show" já é veterana e lendária em Detroit. Ativa desde o início dos anos 80, este quinteto de metal clássico old school é famoso por incluir nos shows enormes equipamentos de luz, fumaça, neblina, teias de aranha, pirotecnia, atores ao vivo, um cemitério, uma casa assombrada e um castelo, apenas para citar alguns itens de suas apresentações bizarras. Estréiam em 1985, com "Don't Metal With Evil", e em 1986 gravam "Victim's of the Night", somente lançado em 1997. A discografia é longa e confusa, dificilmente encontrada. Em 2006, sai o inédito “Horror Fire”. Também lançam "E.vil P.ieces", um novo EP / Mini CD com canções novas de vários clássicos do Halloween. A banda conta com: Brian Thomas - Vocals. Donny Allen - Guitar. George Neal - Bass. Rob Brug - Drums. Billy Gray – Guitar. Prepare-se para o terror ... Halloween impõe o medo por trás do Heavy Metal! HAHAHAHA.


-Bitter Sweet Alley:



O primeiro disco do BSA, de 1983, trouxe um pop rock de FM, com músicas agradáveis e dançantes. Com "Some Like It Hot" de 85, veio uma mudança de imagem e som. O conjunto adota uma postura mais voltada para o rock melódico, mas ainda com uma sensibilidade pop. 3BY5, gravado em 1986, foi o disco mais pesado e consolidou o sucesso do grupo no cenário local. Membros: Gary Spaneola – Vocals; Dave Gerston – Guitar; Rich Nelson – Bass; Tim Marko – Drums. O voclista Gary Spaneola, também gravou um álbum solo, intitulado "Project One" em 1986, pela Track Records.


-Maiores informações: http://www.facebook.com/HardheavyAOR/

Coven - Witchcraft Destroys Minds And Reaps Souls

Banda americana composta pela vocalista Jinx Dawson, o baixista Oz Osborne, o guitarrista Chris Nielsen e o baterista Steve Ross. Foi formada por Jinx, estudante de ópera e ocultismo, Ross e Oz em 60. Fizeram parte da cena roqueira ao lado dos Yardbirds e também de Alice Cooper, além de outros artistas. Após assinar com a Mercury Records, gravam em 1969 o primeiro disco. O som era um hardrock psicodélico com letras satânicas e pesadas. O álbum possui faixas como "Black Sabbath", "The White Witch of Rose Hall”, "For Unlawful Carnal Knowledge", "Dignitaries of Hell" e é finalizado com a lendária "Satanic Mass", de treze minutos. O Disco vinha com um pôster da banda, em um altar satânico, com cruzes invertidas e a famosa saudação dos dedos em forma de chifres. Pioneira em usar o ocultismo em suas letras, influenciou bandas como Black Sabbath e outros grandes nomes de peso no Hard Rock. Clássico.





Orang Utan - Orang Utan


Lendária banda inglesa da década de 70, formada por jovens músicos do norte da Inglaterra. Lançaram apenas este disco auto-intitulado com oito faixas, gravadas no Facility Studios em Londres. O Orang Utan foi de enorme importância para o universo do rock pesado. O albúm foi lançado somente nos Estado Unidos, pela gravadora US Bell Records em 1971. A maioria das músicas foi composta pelo baterista Jeff Seopardie, acompanhado por Mick Clarke no baixo, Paul Roberts na guitarra e Nobby Clark nos vocais. Existe ainda, um segundo guitarrista que tocou no disco, Sid Fairman. Bom material para fãs de Hard Rock, Psychodelia e Acid Rock.